Asafe: da inveja para a graça 


O salmo 73 é um testemunho pessoal de um crente em Deus que teve sua vida arruinada, por um momento, pelo pecado da inveja. Seu nome era Asafe. Ele era músico e compositor e exercia uma posição importante no culto e no pensamento religioso de sua época, pois expressava, por meio de canções, as obras de Deus na vida diária de seus filhos.

Mesmo nessa posição, deixou-se dominar pela inveja. Por misericórdia divina, não sucumbiu a ela. No verso dois ele diz que quase se desviou, tamanho o estrago que ela fez a ele e à sua fé em Deus. No verso dezessete ele relata o início da sua restauração.

Sendo assim, à luz do do que Asafe vivenciou, o que podemos refletir sobre esse período de sua vida e os problemas de olhar a vida sob a ótica da inveja?  Leia mais deste post

Justificação pela fé: o legado da Reforma Protestante. Pra quem?


FIDE

“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus” (Romanos 5:1-2)

O assunto da justificação pela fé é um dos pilares do cristianismo, sem o qual a fé cristã não pode se sustentar. Ela é o coração do Evangelho. A descoberta desse assunto, escondido por séculos de domínio da teologia católica a respeito da salvação, selou a Reforma Protestante com Lutero e trouxe à luz preciosas verdades a respeito da salvação do pecador, sem as quais nenhuma esperança de reconciliação com Deus vinga. Olhando para a história, a justificação pelas obras apenas gerou medo, insegurança e religiosidade nos crentes.

Contudo, apesar de quase 500 anos após Lutero pendurar suas 95 teses na porta da igreja de Winttenberg, esse assunto ainda soa muito estranho aos cristãos de nossa era, de forma que alguns chegam a rejeitar a justificação pela fé somente. Leia mais deste post

O Juízo Final é coerente e crível


A maldade e a injustiça dominantes no mundo causam enorme decepção se vistas à luz do materialismo cientifico e filosófico. A crença na vida que termina com a morte, no Deus que “está morto” e na ausência de padrões somente pode levar ao pessimismo e ver a existência humana como algo selvagem. Talvez isso explique o fato de muitos pensadores dessa linha de visão terem cometigo suicídio.

A Bíblia é categórica: não só há vida após à morte, mas ela será definida por nossas escolhas antes da morte. Rejeitar o conhecimento de Deus ou descobrir nele a fonte da nossa vida são atitudes que tem implicações eternas.

Isso é, sem dúvida, um Oceano de esperança em meio ao pessimismo gerado pela incredulidade materialista. Posso descansar no fato de que toda maldade e injustiça serão punidas, que seus proponentes prestarão contas e pagarão por suas ações.

Sei que, embora Hitler tenha escapado das mãos dos seus vencedores, ele, contudo, não escapará de Deus; sei que a milhões de mortes geradas pelo aborto serão individualmente cobradas pelo Deus de toda vida; sei que governos, políticos e ideologias terão suas ações e motivações desnudadas perante Aquele que tudo sabe, que tudo vê; sei que todos comparecerão, um a um, para explicar a vida que escolheram aqui.

Sei também que a ilusão do pecado será cruelmente revelada aos que viveram para promovê-lo em vida, que não será necessária nenhuma palavra de condenação, dada a própria consciência encarregar-se desse serviço. A luxúria, o egoísmo, a vanglória, a opressão, a soberba, a mentira, que tanto perseguem o homem desde berço, se revelarão desprezíveis diante da santidade de Deus.

Tudo isso sei porque “sei em quem tenho crido”. Ser soberano, o criador de todas as coisas, o Altíssimo, santo e justo dá a Deus o direito legal de exigir de cada indivíduo a prestação de contas por suas obras. Portanto, o juízo final, o inferno e a eternidade são perfeitamente críveis e a mais pura realidade. Para o ímpio, desespero amargo. Para o crente, doce esperança.

Quanto a você que não creu ainda, saiba que estás em inimizade com Deus. A menos que se arrependa de seus pecados e creia que Jesus é o filho de Deus enviado para perdoar os pecados dos homens, todas as consequências de seres um pecador e Deus terrivelmente santo estarão sobre seus ombros.

Há, contudo, tempo. Deus chama todos ao arrependimento. Demorar é insensato.

“Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo” Romanos 14:10

“Antes todas as coisas estão patentes e nuas aos olhos daquele com quem temos de tratar” (Hebreus 4:13)

“E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo”. (Apocalipse 20:11-15 – ARC)

 

No que em breve vem,

Tiago

Perguntas sobre a ressurreição de Jesus que os críticos se negam a responder


vazioDepois do Natal, a páscoa é o período festivo mais importante para os cristãos. Contudo, vale ressaltar que a comemoração é radicalmente diferente dos judeus. Enquanto estes comemoram a sua libertação do Egito, ocorrida sob ações maravilhosas do Senhor, aqueles celebram a redenção efetuada por Jesus na cruz, bem como a Sua ressurreição ao terceiro dia, conforme predito pelas Escrituras.

Se o nascimento virginal de Jesus é motivo de enorme desconfiança por parte dos críticos – há alguns que duvidam até da existência de um Jesus histórico – sua ressurreição também o é. Já se sabe que pessoas morriam crucificadas na época de Jesus. Mas a mensagem da ressurreição corporal é inédita. Por isso, para os críticos a páscoa cristã é tão questionável quanto o natal – nem perco meu tempo justificando se Jesus nasceu ou não em 25 de dezembro.

Mas há muitas respostas que os críticos não respondem quando se propõem a questionar a ressurreição literal de Jesus. Analisando os Evangelhos e as cartas apostólicas, com tantos detalhes que elas fornecem sobre a ressurreição de Jesus, fica claro que este tema não foi resultado de visões que os discípulos e as testemunhas oculares tiveram dele, mas de uma realidade registrada com riqueza de detalhes, tanto temporais quanto históricas.

Entretanto, se olharmos para fora dos relatos dos evangelhos sobre a ressurreição de Jesus, ainda assim surgem inúmeras perguntas cujas respostas os críticos se abstém de nos fornecerem como explicação para a não ressurreição literal do Filho de Deus. Eis algumas:

  1. O ineditismo cristão

Não há registro histórico de qualquer outra religião que baseia sua crença em uma ressurreição. Alias, para aquele período a ideia de uma ressurreição era inconcebível, tanto para a cultura Greco-romana quanto para o judaísmo. E nesse cenário, os discípulos de Jesus percorrem Jerusalém e toda a Judeia anunciando que o sepulcro estava vazio. Se essa mensagem é inédita na história das religiões, se a ideia de uma ressurreição humana era rejeitada pelo pensamento da época, como explicar, então, que a base da mensagem cristã seja justamente essa?

  1. A mensagem cristalizada

Outro fato que chama a atenção no discurso dos primeiros cristãos é que a proclamação da ressurreição de Jesus não foi algo planejado ou orquestrado como estratégia de aceitação – é o que acusam os críticos – visto que era uma ideia absurda. Não foi uma mensagem que resultou de reuniões, de estudos ou de alguma doutrinação. Foi uma mensagem que já nasceu pronta. Nasceu junto com o fato do túmulo vazio. Como essa mensagem pode ter surgido pronta, senão pelo fato de que Jesus tenha ressuscitado?

  1. A surpreendente conversão dos judeus

Também causa surpresa o fato de que muitos judeus aderiram à mensagem cristã. Para isto, tiveram que abrir mão de valores milenares de sua religião e cultura. Quem imaginaria um judeu adorando a um homem que se dizia Deus, sendo isto abominável a eles? Quem poderia supor a ideia de um judeu renunciando a toda uma estrutura religiosa de sacrifícios de animais, de datas e cerimoniais para viver agora pela graça de Deus? Como explicar a conversão de Saulo, um fariseu zeloso e que perseguiu a igreja primitiva? Só há uma resposta: “a esse mesmo Jesus […] Deus fez Senhor e Cristo” (Atos 2:36).

  1. A multidão de mártires

Os primeiros séculos do cristianismo assistiram a morte de milhares de cristãos, pelas mãos do império ou por perseguições articuladas pelos judeus incomodados com o crescimento da seita cristã. Começando por Estevão, depois por Tiago, Pedro, Paulo (antes Saulo), a história relata muitos entregues à morte por crer e proclamar a Jesus como Senhor e rei, assentado à destra de Deus. Muitos dos quais se tornaram motivo de entretenimento para multidões pagãs sedentas de sangue.

Diante disso, surge a pergunta: como explicar a morte de milhares de pessoas por uma mentira? Quem entregaria sua vida por uma causa incrível, ou, como acusam os críticos, lendária?

“Eu acredito nas testemunhas cujos pescoços são cortados”  – Blaise Pascal

Eu também.

Pelo visto, antes de ser uma questão de fé, a ressurreição de Jesus é uma questão de fatos. Eles estão registrados.

No que morreu e ressuscitou,

Tiago

Breve exposição no Salmo 23 – O testemunho da providência de Deus


23Poucos textos bíblicos são tão conhecidos como o Salmo 23. Mas será que temos a dimensão do que estes versículos significam? Pensando nisso, compartilho com você uma pequena exposição deste precioso salmo. Chamo sua atenção para o fato de Davi estar nos ensinando neles que a experiência com o Deus da Providência é uma experiência diária, baseada em nossa relação com Ele por meio do sacrifício de Cristo.

Além disso, este salmo é uma lição de como devemos lidar com a prosperidade com que o Senhor nos dispensa, algo muito conturbado em nossos dias com a famigerada teologia da prosperidade. Davi demonstra que a razão de sua felicidade, confiança e fidelidade a Deus não era resultado das bênçãos recebidas, mas a sua comunhão com o Pai. Que sigamos este exemplo!

Espero que você seja abençoado.

Leia mais deste post

Em 2014, deixe Deus ir adiante!


“E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite”. (Êxodo 13:21)

Há alguns dias lembrei de uma palavra que deixei para minha igreja no culto da virada do ano passado. O que não sabia é que a verdade dessa atitude de Deus seria tão marcante pra mim neste ano que agora se finda. Como ficou claro o quanto Deus sempre andou à minha frente preparando o caminho, incluindo os percalços nele, tudo para o meu crescimento, aprendizado e para me abençoar.

A palavra “adiante” (sig. à frente) aparece diversas vezes em Êxodo e diretamente associada a Deus, em sua relação com o povo israelita, recém saído do Egito por mão poderosa do Senhor (cf. 23:23,27,28; 32:34; 33:2). Mas essa palavra não se associa somente a Deus, o Deus todo poderoso, mas genericamente, na mente daqueles homens, à divindade, como pode ser visto:

“Mas vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e disse-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses, que vão adiante de nós” (Êxodo 32:1).

É fato que os homens precisam de alguém que os conduza. Mesmo inconscientemente, o homem buscará alguém que lhe sirva de líder, que o impulsione a fazer algo que ele sozinho não conseguiria. Essa é uma necessidade nata. É possível ver isso na política, na religião, na ciência, na teologia. A necessidade de um líder não é um problema. Problema é escolher mal.

E foi exatamente isso que os israelitas fizeram. Com a ausência de Moisés, decidiram por si mesmos a ter alguém que iria adiante deles, algo que só Deus poderia plenamente fazer. Não é difícil de entender a reação de Moisés ao descer do monte com as Tábuas da Lei.

Apesar desse terrível acontecimento, apesar dos israelitas, Deus permaneceu fiel e seguiu adiante do povo de “dura cerviz” (v.9). Isso lhes permitiu vencer duras batalhas, ser alimentados no deserto, a ter água e a ver a hostilidade do clima daquele lugar se dissipar pela presença do Senhor (cp. 13:21). E o mais magnífico: a chegar à Canaã.

Como isso nos afeta? Simples: Deus quer ir adiante de nós!

E se Ele for, podemos descansar em sua providência (Rm 8:28); descansar no fato de que, embora tenhamos que passar por dias maus em 2014, o Senhor sempre estará no controle, pois estará à nossa frente; também descansaremos no fato de que a vontade do Senhor é sempre “boa, perfeita e agradável” (Rm 12:2), sendo-nos esta verdade de grande consolo para a alma.

É por isso que o crente em Jesus não tem o que temer quanto as demandas desta vida. O que importa é em Quem cremos. Este é o baluarte do filho de Deus: saber que seu Pai é bom e terminará a boa obra que iniciou em sua vida.

Eu não posso prever o que te espera no ano que se iniciará em poucas horas. Certamente junto com as boas notícias virão as más; com os ventos calmos, os ventos contrários. Pode ser um ano do nascimento de pessoas, ou da perda delas; pode ser um ano de curas, ou do surgimento de algumas doenças; ou quem sabe o ano de um novo ou um melhor emprego, ou um ano demissão e crises financeiras.

Mas o que isso importa? Nada. O que importa é que em 2014 o Senhor irá adiante de Você!

Um esplêndido 2014 em Cristo.
Tiago

As Bem-Aventuranças: o espelho do cristão


Nas bem-aventuranças, Jesus estava dizendo que quem não vê a si mesmo como um pecador que é, jamais poderá se relacionar com o Deus Santo e obter salvação. Poder ver a Deus implica em ver a si mesmo. 

Se não vê a si mesmo como um pecador, logo não será capaz de se arrepender de seus pecados. 

Sabendo que é um pecador, e conhecendo as consequências disso, o cristão é alguém vê o outro como ele, não caindo no erro de achar-se melhor ou mais santo, tendo sempre seus relacionamentos curados pela graça. 

Tendo sua visão curada pela graça, seja de si, de Deus e do próximo, o filho de Deus é alguém faminto. É que a ilusão do mundo já se desfez e pra ele não há nada mais precioso do que viver para Deus. 

E nessa fome, o exercício da misericórdia atinge seu ponto de fulgor, uma vez que o cristão ja entendeu a pecaminosidade do pecado e não vê outro meio a não ser doando ao próximo o que recebeu de Deus. 

Tudo isso vem de um coração transformado, algo que só a habitação e o poder do Espirito Santo podem fazer (Ez 36:26). De fato, o cristão é alguém que sabe muito bem quem é Deus. 

O cristão é, por excelência, alguém que se parece Cristo. E ele deixa transparecer daquilo que seu coração está repleto: a paz de Jesus. O que mais ele poderia comunicar, uma vez que Jesus foi o grande apaziguador entre o homem e Deus?

A justiça de Deus é o maior compromisso do cristao aqui no mundo. Ele aprendeu que fora chamado não para viver para si, mas para Cristo. E buscar a justiça é a comprovação de que é um cidadão do Reino de Deus. 

O cristão é alguem que se identifica com Cristo até as últimas consequências, mesmo que isso lhe custe sofrer. Isso mostra que seguir a Cristo implica em ser inimigo do mundo. Sempre! 

Por fim, o cristão é alguém que, como ninguém nesse mundo, tem razões infinitas para alegrar-se, para regozijar-se. Sua vida é uma constante festa, cuja fonte é o próprio Deus, que fez dele Seu filho e o colocou no mesmo caminho que os grandes homens percorreram. 

Tiago

Comodidade Cristã: uma escolha covarde


cmcComodidade. Essa é a busca incessante de muitos que se lançam ao serviço cristão – ou ministério, como você preferir. Isso me faz, às vezes,  me questionar profundamente para saber se eu mesmo entendi os custos de uma vida voltada à igreja.

Onde dos maiores males na igreja moderna é sua completa absorção do pragmatismo – conceito filosófico do final do Século XIX que prioriza os resultados práticos e rápidos -, onde o máximo resultado é buscado com o menor esforço. Pior do que isso, esse mesmo pragmatismo leva pessoas a ver a igreja em termos de números: de membros, de templos, de dizimistas, de pessoas alcançadas (ou seriam pessoas aliciadas?).

Jesus não era escravo de números em seu ministério, bem como não há um texto sequer que o mencione preocupado com eles. Para Jesus não havia o que pudesse impedi-lo de se dedicar a uma só pessoa (a mulher samaritana, a mulher fenícia, a mulher do fluxo de sangue, Zaqueu, dentre tantos outros). Diferentemente dos lideres modernos, a ênfase de Jesus era o ser humano, e não um aglomerado dele.  Leia mais deste post

A mãe de todas as heresias


HMA Bíblia é clara ao relatar a preocupação dos apóstolos com a introdução de heresias no meio do corpo de Cristo, recém formado àquela altura.

Não era pra menos, haja vista a grande diversidade religiosa e filosófica imperante naquele período – o que não é diferente hoje. Um pequeno descuido e o cristianismo primitivo se confundiria com mais uma das tantas religiões existentes, ou seria visto como mais uma corrente filosófica, podendo fazer frente às escolas gregas.

Não foi em vão que o apóstolo Paulo tratou de rechaçar qualquer possibilidade do cristianismo descambar para esse lado. Ele é diferente. Ele não consiste em demonstração de sabedoria humana, mas em poder, poder de Deus, demonstrado na cruz tendo como crucificado o Filho de Deus, sendo ele autor da nossa salvação. Leia mais deste post

Ateísmo Cristão


Me preocupam manifestações ateístas dentro da igreja, por mais incrível que isso possa parecer, pelas proporções que tomaram a incredulidade de muitas lideranças no que diz respeito à pregação do evangelho. Com elas podem ser vistas na pratica:

Ateísmo cristão é omitir algumas verdades da Bíblia, por achá-las capazes de fazer o crente se escandalizar.

Ateísmo cristão é negar que a simples e pura pregação do Evangelho é o suficiente para a ação do Espírito Santo no pecador de forma a convertê-lo.

Ateísmo cristão é usar de meios humanistas tanto na evangelização quanto na manutenção dos fieis na igreja, usando, por exemplo, a teologia da prosperidade.

Ateísmo cristão é viver sob uma concepção que nada tem a ver com o pensamento cristão tradicional, ignorando a cosmovisão bíblica.

Ateísmo cristão é ler, estudar e ensinar a Bíblia por interesses ou formas que não sejam as preconizadas pela própria Escritura Sagrada.

Ateísmo cristão é oferecer a Deus um culto centralizado no homem, apesar dos jargões gospel, negando a Glória devida ao Seu santo nome.

Tem mais….

Como bem salientou Augustus Nicodemus no livro que homólogo a esse artigo, ateísmo cristão é aquele praticado por cristãos que dizem crer na existência de Deus, mas que vivem como se ele não existisse.

%d blogueiros gostam disto: