A teologia da prosperidade nua e crua – Por John Macarthur


“Você nasceu para vencer! Vencer o que?” John Macarthur

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A integridade do evangelho: uma avaliação do neopentecostalismo


Alderi Souza de Matos

Elas ocupam um enorme espaço na televisão aberta, chegando a milhões de lares brasileiros todos os dias. As três mais conhecidas e salientes têm nomes parecidos — Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Internacional da Graça de Deus e Igreja Mundial do Poder de Deus. Esses nomes apontam para objetivos ousados e ambiciosos. Seus líderes máximos adotam, respectivamente, os títulos de bispo, missionário e apóstolo. Elas são o fenômeno mais recente, intrigante e explosivo do “protestantismo” tupiniquim. Trata-se das igrejas neopentecostais, denominadas por alguns estudiosos “pentecostalismo autônomo”, em virtude de seus contrastes com os grupos mais antigos desse movimento.

É difícil categorizá-las adequadamente, não só por serem ainda recentes, mas porque, ao lado de alguns traços comuns, também apresentam diferenças significativas entre si. A Igreja Mundial investe fortemente na cura divina. Seu apóstolo garante que ninguém realiza mais milagres do que ele. Seu estilo é personalista e carismático. Caminha no meio dos fiéis, deixa que as pessoas recolham o suor do seu rosto para fins terapêuticos, às vezes é ríspido com os auxiliares. Leia mais deste post

Valdemiro Santiago “levou sobre si nossos carnês”


A nova moda das igrejas neopentecostais – leia-se Valdemiro, Macedo e RR Soares como os expoentes dessa heresia – é levar a “carga” do povo nas próprias costas, literalmente. Numa espécie de imitação da belíssima profecia de Isaias registrada no capítulo 53, onde diz que sobre si Jesus levaria nossos pecados, o tal apóstolo sobe um monte junto com sua equipe – muito bem vestida, diga-se de passagem – como se fosse um messias, carregando um baita de um carnê, com direito a demonstração física do sacrifício pessoal.

Para bom entendedor, isso não passa de marketing para gerar nos fiéis – cegos! – a sensação de que suas queixas, dores, armaguras, frustraçãos e anseios são vistos por um homem que pode ir até Deus e intermediá-los. Ou seja, pura heresia. Além disso há um outro objetivo explícito:  sensibilizar o povo a contribuir ainda mais, uma vez que esses sacrificios financeiros são muito bem valorizados.

Veja também: O expansionismo de Valdemiro Santiago Leia mais deste post

A Voz da Fé, de Edir Macedo: Dica para… não ler!!


O blog fio da esperança e o Genizah publicaram a excelente dica para você não ler! Trata-se do livro de Edir Macedo, conforme visto na figura. Abaixo estão alguns trechos retirados desse livro. No início é tudo bem light, mas no final… dá só uma conferida:

Página 30-31: “Confundir fé com sentimento de crença significa frustração total. (…) de que adianta ter um sentimento de crença em Deus, se não há atitude em relação à Sua voz? Deus fica na expectativa da ação humana, com respeito à Sua voz, para então manifestar Sua reação. É por isso que a vida abundante e eterna depende da ação da fé. Depender da fé significa depender de Deus de forma prática. A ação da fé resulta na reação de Deus. Daí o porquê da vida abundante e eterna depender da ação da fé, e depender da fé significa depender de Deus de forma prática.” Leia mais deste post

Ih, agora é a vez de Estevam Hernandes


O apóstolo Estevam Hernandes, líder da Igreja Renascer, irritou-se com os fiéis durante um pedido de ofertas na inauguração da nova regional de Santo Amaro, afirma o site de membros da denominação.

Hernandes solicitou a todos os presentes que estivessem ofertando ou dizimando naquele dia levantassem o envelope. Contudo, poucos levantaram. O apóstolo irritou-se e afirmou: “Não quer dar? Então tá bom. Deus não vai te dar também!”. Após, revelou à igreja que o aluguel daquela nova filial regional custava R$ 20 mil por mês.

A afirmação não foi bem recebida pelos membros da Renascer, o fiel Marcos afirmou: “Acho que o cara pensando que Deus precisa de alguma coisa da gente. Quem é o dono do ouro e da prata, nós ou Deus? Será que Deus precisa mesmo do nosso dinheiro pra fazer aquilo que Ele quer? Será que Deus é ‘me dá que Eu te dou’? Ou será que Deus é um deus de amor que já nos deu aquilo que era mais vailoso: a vida do seu próprio filho como sacrificio pelos nossos pecados mesmo sabendo que somos falhos? será que alguns milhôes pagariam o sacrificio de Cristo na Cruz?”

Recentemente, também na inauguração de um novo templo, o Pastor Silas Malafaia, da Igreja Vitória em Cristo, teve um ato parecido ao afirmar “Quem não der oferta não vai ser abençoado“.

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