Afeições Religiosas de Jonathan Edwards – uma resenha


Resultado de imagem para jonathan edwardsO livro Afeições Religiosas de Jonathan Edwards é daqueles cuja importância e legado são atemporais. A despeito de ter sido escrito pelo maior teólogo americano e um dos homens mais santos que o cristianismo conheceu, que, como ninguém, uniu piedade e erudição, doutrina e prática, fé e obras, o livro é gigante porque Edwards toca no cerne da verdadeira religião (o conceito de religião em sua época ainda não havia ganhado conotações pejorativas como atualmente).

Esse tratado, como o próprio Edwards se referia à sua obra, foi escrito em um contexto de confusão religiosa na América após o grande avivamento que por lá eclodiu. E essa onda de avivamento trouxe, também, considerável confusão sobre a atuação e influência do Espírito Santo. Experiências místicas, visões de anjos e revelações extraordinárias ganharam espaço na liturgia e na vida comum dos cristãos Leia mais deste post

Anúncios

A Cruz da esquerda


img_0939Há doze anos atrás eu terminava a leitura de A Cruz de Hitler, de Erwin Lutzer. Um marco na minha caminhada literária. Naquela época a esquerda era uma unanimidade numa sociedade de consciência cauterizada pelas falsas promessas socialistas e sequer se cogitava o lamaçal em que nos meteríamos nem a consequente polarização ideológica que assistimos hoje.

O que mais me marcou nesse livro de Lutzer foi a estratégia comum de toda ideologia totalitária (nazismo, comunismo e afins) no campo da religião, algo que Hitler e Stálin fizeram com maestria. Leia mais deste post

As credenciais da liderança cristã segundo a vida de Esdras


Ovelhas, Pastor, Agricultor, Ninh Thuan, RebanhoVivemos uma carência de líderes na igreja. Justamente no período em que se dispõe de relativa fartura de livros, congressos e treinamentos sobre o assunto. Em casos mais avançados, o que vemos é a aplicação direta e pragmática de um conceito de liderança que trata a igreja local como uma empresa – que precisa crescer em números e renda – e a membresia como consumidores religiosos, carentes de produtos da fé para serem consumidos como drogas.

E essa carência de líderes se reflete em dias de escuridão espiritual vivida por uma parcela significativa da Igreja brasileira, apesar de experimentarmos uma explosão de vagas em seminários das mais variadas correntes teológicas. E esse elevado número de formados não se traduz em líderes de qualidade. Porque aprenderam a confiar em métodos absorvidos acriticamente e não nas Escrituras como seu guia infalível. Essa é a diferença dos líderes da atual geração para aqueles que serviram como farol em gerações anteriores. Leia mais deste post

A batalha dos olhos


olhosAs escolhas que fazemos definem as circunstâncias que enfrentaremos. E essa velha máxima possui sustentação bíblica na analogia da colheita (Gl 6:7-8). Agora, precisamos ir mais longe e perguntar: se as circunstâncias são definidas pelas escolhas que fazemos, então como são definidas essas escolhas? Pela cosmovisão que abraçamos. Ignorando esse pequeno, mas precioso, conceito que muitas pessoas tentam alterar suas decisões sem sucesso. Focam erradamente nas circunstâncias – no futuro – que querem alterar e não se atentam para o fator gerador das decisões que tomam. Pensar a cosmovisão é mais um olhar para trás do que para frente. Senão vejamos.

A batalha entre Davi e Golias foi, antes de tudo, um embate de cosmovisões. Eu quero partir dela para refletir sobre a importância de uma cosmovisão bíblica e como ela é uma ferramenta poderosa para enfrentar os desafios que a vida impõe, sobretudo para aqueles que decidiram confiar em Deus. E essa épica batalha é um bom ponto de partida porque faz alusão a diversos embates a que somos expostos hoje, mas cuja resposta a eles nem sempre soam bíblicas. E não são poucos os que sucumbem a esses desafios quando optam por um enfretamento da vida baseado em conceitos que não se sustentam na Bíblia.

Narrando o episódio entre Davi e Golias, a Bíblia faz questão, logo de início, de apresentar as credenciais de Golias como um guerreiro experiente, imponente e tendo à sua disposição os melhores recursos militares da época para um confronto corpo a corpo. Leia mais deste post

De tal maneira – João 3:16


índicePorque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

João 3:16 é conhecido por ser a melhor síntese do evangelho registrada em um só versículo. Como se pode observar, seus principais temas estão brilhantemente presentes nesse breve texto. O amor (egapesen) de Deus, retratado aqui como perfeito, é a causa. O objeto desse amor é mundo (kosmon) e é em Jesus que esse amor perfeito encontra sua plena expressão. Esse mundo não é o cosmos inanimado, mas o composto por seres inteligentes, da espécie humana somente, que podem crer. Esse mundo, portanto, não transmite a ideia de que todos serão salvos – o que prega o universalismo – mas que o amor de Deus não vê barreiras étnicas. E a promessa é a vida eterna, que fora perdida no Éden. A vida em seu sentido absoluto (Lc 12:15; Mt 19:16).

Apesar de já conhecido e decorado entre a cristandade, é possível que algumas lições importantes possam passar despercebidas por um leitor desatento desse mesmo versículo. Principalmente se essa leitura não se debruçar sobre o significado de cada palavra que compõe esse texto. O meu objetivo é, portanto, lançar luz sobre a expressão de tal maneira e entendê-la biblicamente.

Antes, contudo, precisamos delinear bem o contexto de João 3:16. Somos informados de início que um importante fariseu procura Jesus na calada da noite para fazer uma bajulação teológica. De imediato, Jesus faz o alerta que todo fariseu esquecera e fizera esquecer: a salvação é obra exclusiva de Deus. Não se obtém por esforços humanos e não é uma recompensa dada por Deus à performance religiosa das pessoas. É obra exclusiva de Deus e só a partir dela que o ser humano pode receber o perdão dos seus pecados. Ainda em seu diálogo com Nicodemos, Jesus emite uma reprimenda ao líder religioso por ignorar um ensino tão basilar (Jo 3:10).

Após isso, Jesus faz menção a um fato ocorrido em Números 21, quando o povo é afligido por serpentes ardentes, depois de murmurarem contra a providência de Deus. Um escape é oferecido pelo simples olhar para uma serpente de metal pendurada em um haste. Jesus faz alusão ao tipo de morte que sofreria e aos efeitos dela, fazendo dessa serpente um símbolo de sua obra. Em suma, o capítulo 3 de João é uma exposição da divindade e da obra de Cristo. É uma demonstração de quem Ele é, do que Ele fará e de como Ele fará.

O versículo 16, dentre tantas outras doutrinas, expõe o amor de Deus pela humanidade. E mais do que isso, ele demonstra a maneira como Deus ama o homem. Isso precisa ficar bem claro para não comprometer o seu entendimento. Perder de vista que Deus nos ama de uma forma específica significa ofuscar a mensagem do versículo e colocar-se em oposição ao próprio contexto do capítulo e o contexto geral do livro de João, que é apresentar a divindade de Jesus e sua obra salvífica.

O versículo é lido no grego da seguinte forma:

Houtos gar egapesen ho Theos ton kosmon, hoste ton Huion ton monogene edoken, hina pas ho pisteuon eis auton me apoletai all eche zoen aionion”.

A palavra Houtos é crucial para iniciarmos um entendimento bíblico do versículo. Fazendo um paralelo com o português, ela é um advérbio de modo e não de intensidade. Essa compreensão pode ser obtida pela análise das traduções mais importantes que estão disponíveis a nós:

A King James inicia com “For God so loved the world”, onde “so” indica “assim” ou “maneira”. A traduções da Almeida consagraram o de tal maneira, preservando o significado da palavra Houtos. As traduções NTLH (Nova Tradução na Linguagem de Hoje) e NVI (Nova Versão Internacional) apresentam incongruências na tradução da palavra Houtos, atribuindo-lhe intensidade, como se o objetivo do texto fosse indicar a extensão do amor de Deus. Senão vejamos:

“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” – NVI.

Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna” – NTLH.

Como se pode observar, o amor de Deus, nas traduções acima, se destaca não pela forma, mas pela intensidade. Embora o lado extraordinário do amor de Deus seja exposto nas Escrituras, aqui esse não é o objetivo principal. Que Deus amou o mundo de uma forma extraordinária é um fato. Diversos outros trechos das Escrituras nos mostram isso, até mesmo João:

Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos” – João 15:13.

O mais importante em João 3:16 é aprendermos a maneira como Deus ama alguém. É o que defendo nesse artigo. E a maneira de reforçarmos isso é deixando a Escritura encerrar essa questão. Como? Observando como essa mesma palavra – houtos – se repete ao longo dos evangelhos.

E eles lhe disseram: Em Belém de Judéia; porque assim (houtos) está escrito pelo profeta” – Mt 2:5

Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim (houtos) nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu” – Mt 3:15.

Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim (houtos) ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus” – Mt 5:19.

Em nenhum momento a palavra houtos dá a ideia de intensidade, mas de maneira. O primeiro versículo ressalta a precisão do registro profético do nascimento de Jesus. No segundo, Jesus diz como ele exercerá o seu ministério terreno. E o terceiro é uma advertência a quem oferece um ensino deficiente. Em todos esses versículos a mera substituição da palavra assim por tanto (a mesma palavra que as versões NTLH e NVI utilizam) levaria à perda da coesão e da coerência de todos esses textos. Portanto, em João 3:16 não nos deparamos com o tamanho do amor de Deus, mas com a sua forma peculiar.

A primeira lição é que o amor de Deus é definido, não abstrato. Ele nos ama em Jesus. Isso significa que não temos a liberdade de definir o amor de Deus à parte de Seu bendito Filho. Se toda a Bíblia é um documento cristológico, então é de Jesus que precisamos para experimentar e conhecer a imensidão desse amor. As vestes que vestiram Adão e Eva partiram de um cordeiro morto; a vida de Isaque foi poupada a partir de um cordeiro “travado pelos seus chifres, num mato”; Israel teve seus primogênitos poupados a partir do sangue do cordeiro estampado nos umbrais das portas. Toda a Bíblia é útil para nos ensinar acerca de Jesus. Logo, esse versículo nos relembra do compromisso que temos com a correta compreensão da pessoa de Jesus. Porque sem Ele é impossível chegarmos a Deus. Ao dar seu Filho, o Pai determinou o caminho pelo o mundo seria salvo.

Isso deve servir de alerta para quem ousa apresentar o amor de Deus sem a pessoa de Jesus. É o amor moderno, sentimentalizado, diluído, conivente com o pecado e confuso em sua aplicação. É o amor que serve de ferramenta para introduzir o erro e confundir a fé dos incautos. A revelação do amor de Deus atinge seu ápice na pessoa de Jesus. Nosso ensino deve partir dele e chegar nele. O que fugir disso é ensino de homens.

Em segundo lugar, o amor de Deus é revelado pela maneira como ele resgatou seu povo e tratou os seus pecados. “Ele deu seu filho unigênito”. Está nos apontando para a cruz. Porque ali se estabeleceu o tribunal de Deus que vitimou seu Filho amado em nosso favor. No calvário Jesus vestiu a nossa maldição para que pudéssemos receber sua justiça perfeita. Derramou seu sangue para a purificação dos nosso pecados. Sofreu nossa dor para que fôssemos sarados. Foi abandonado por Deus para que jamais vagássemos como ovelhas perdidas. Bebeu o cálice da ira de Deus para que tivéssemos paz com Ele. Deus não nos amou pintando nosso nome no céu, muito menos enviando anjos para nos entregar um recado desse tipo. Deus nos amou entregando seu Filho por nós.

A cruz proclama a inutilidade do homem em alcançar o perdão dos seus pecados e a sua justificação por meio de seus próprios esforços. Não é dessa forma que experimentamos o amor de Deus. Não é tentando impressioná-Lo ou comprando Seu favor. Deus não aceita subornos e não deve nada a quem quer que seja. Seu amor é gratuito e livre. Não depende das nossas obras. Portanto, quando desviamos nossos olhos da cruz – a maneira pela qual Deus nos ama – abraçamos a confusão e a insegurança. Porque trocamos a maneira de Deus pela maneira dos homens. É a opção pela porta larga, que conduz à perdição. Somente contemplamos o amor de Deus quando o avistamos pelos óculos do calvário. A tarde daquela sexta-feira, com Jesus pendurado em uma cruz, significa a maneira mais sublime e gloriosa que Deus decidiu para nos revelar Seu amor. E nada desde a eternidade elevou tanto Seu santo nome quanto o sacrifício de Jesus.

A Bíblia tem uma multidão de relatos para fazer minha alma descansar na grandeza, na força e na perfeição do amor de Deus. Esses atributos de seu amor são um bálsamo para a noite escura da alma, quando somos incapazes de enxergar um palmo à frente e Deus parece distante. A grandeza desse amor afasta o medo com a certeza de que nenhuma circunstância pode alterar o fato de que sou amado por um Ser tão excelente e glorioso. Contudo, é em Jesus e pela cruz que a insegurança é vencida pela alegria da salvação. O amor de Deus não é abstrato, não é utópico e muito menos produto da minha mente caída. Ele é real, tem um nome e é conhecido. E o fato de Jesus estar assentado à destra de Deus neste exato momento é suficiente para minha fé se deleitar e celebrar a minha justificação e o perdão dos meus pecados. Porque a maneira que Deus designou para purificar os meus pecados foi cabal e definitiva. Foi de uma vez por todas. É dessa maneira que sou amado. E somente dessa.

Marielle Franco e o mal que ignoramos


Resultado de imagem para Marielle francoPassados dez dias (quando escrevo esse texto) da morte da vereadora do PSOL Marielle Franco, sem um esclarecimento em vista, e já tendo assentado a poeira da comoção que tomou conta do Brasil, resolvi registrar esse artigo para meu próprio uso num futuro breve, quando pretendo avaliar a visão que construí desse triste episódio (faço isso com quase todos os artigos que publico aqui). Abstive-me de comentar no calor das emoções, seja pela falta de informações suficientes para uma análise minimamente baseada ou para não correr o risco de chover no molhado. Esse texto é, antes de tudo, para mim. É a digitalização dos meus pensamentos. Apenas isso. E o meu objetivo é forçar meus pensamentos a seguirem a Bíblia e não os analistas de jornal. Ele não é sobre lamentação ou uma crítica à comoção seletiva demonstrada tanto pela esquerda quanto pela direita, razão pela qual não tecerei comentários sobre a igualmente triste morte do Anderson. O ponto aqui é a falta de sensibilidade demonstrada pelos militantes da direita facebookeana (se você acha que o assunto já deu, então eu sugiro você interromper a leitura aqui).

Tragédia. Não consegui encontrar palavra que melhor definisse todo o episódio. E essa palavra teve seu significado alargado, esticado em virtude do que passamos a testemunhar desde então. O brutal assassinato da integrante da Câmara Municipal do Rio de Janeiro não escancarou apenas a falência do poder público, sua incapacidade de enfrentar a violência urbana e o governo moribundo de Pezão, do PMDB. Muito menos se limitou a pôr em evidência mais uma família enlutada pela perda repentina de um dos seus membros. Os tiros disparados contra a vereadora serviram para matar um mito que há muito alimentamos, sobretudo por essas bandas do Rio de Janeiro: somos bons, simpáticos, receptivos e determinados, apesar da conjuntura política e social que resiste em se modificar a nosso favor. Leia mais deste post

A religiosidade da teologia progressista


A118795B-E838-4C9C-A9DB-D1C454E9F02AAssisti três pregações de alguém que transita pela filosofia e pela teologia, que já se manifestou publicamente contra a tradição reformada, que rejeita o pentecostalismo e duvida da importância da ortodoxia. Sua fala é a “práxis”. Demoniza o capitalismo, mas mostra-se condescende com as milhões de mortes que as ideias revolucionárias produziram. Chama o primeiro de estrutura religiosa, mas poupa o segundo da mesma acusação.

Venera autores liberais, levanta as bandeiras da moral esquerdista e está fazendo especialização em ciências da religião com quem tenta ressuscitar a Teologia da Libertação.

Pois bem. Leia mais deste post

O valor da teologia


A questão real diz respeito ao valor de todo este estudo. Muitas pessoas acreditam que o estudo teológico tem pouco valor. Elas dizem: “Não preciso de teologia; preciso apenas conhecer a Jesus”. Mas a teologia é inevitável para todo cristão. É nossa tentativa para entendermos a verdade que Deus nos revelou –algo que todo cristão faz. Portanto, a questão não é se vamos nos engajar em teologia, mas se a nossa teologia é correta ou incorreta. É importante estudarmos e aprendermos porque Deus fez grande esforço para se revelar ao seu povo. Ele nos deu um Livro, que não deve ficar quieto numa prateleira exercendo pressão sobre flores secas, mas deve ser lido, examinado, meditado, estudado e, principalmente, entendido.

Um texto importante, nos escritos do apóstolo Paulo, se acha em sua segunda carta a Timóteo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Tm 3.16-17). Leia mais deste post

Uma nova EBD


7F9B61F7-46AD-4C27-9483-86E83BA4D062Por mais de uma ocasião eu já pude testemunhar relatos de professores de Escola Bíblica Dominical — atuando em diferentes denominações, de diferentes tradições teológicas — compartilhando suas experiências e como eles conduziam o processo de aprendizado de seus alunos. E uma tendência me chamou a atenção: o desprezo pela certeza acerca da verdade.

Conforme me relataram, eles viam como saudáveis em seus ouvintes — alunos, discipulandos, catecúmenos ou como queira — tanto a perpetuação da dúvida quanto a ideia de que a verdade não está acessível. Como assim? Um deles citou uma experiência de sala de aula em que duas opiniões completamente incompatíveis sobre determinado assunto bíblico foram reputadas como válidas. Segundo ele, elas se tratavam de opinões pessoais que mereciam respeito e não análise. Ou o elogio dado a um irmão que afirmara que não sabia sobre um determinado assunto, ao que ele foi elevado à exemplo de humildade perante os demais irmãos. O que há de comum nesses dois exemplos? A busca pela verdade é irrelevante. Parece que temos uma nova EBD surgindo (aqui eu faço menção às Escolas Bíblicas Dominicais por seu significado histórico como um lugar onde se transmite para as novas gerações o ensino bíblico, mas ela pode representar qualquer reunião ou modelo que tenha esse propósito).  E a nova EBD não tem certeza da Verdade.  Leia mais deste post

Natal


880FC7D5-2AB5-4FC8-AEEA-98BAE7B1D196“Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor” Lucas 2:14

Dar glórias a Deus é um valor caríssimo para quem nasceu da água e do Espírito. A primeira coisa que a pessoa aprende tão logo é ressuscitada com Cristo é que sua alegria reside inteiramente em viver para a glória de Deus. Qual o fim principal do homem? É glorificar a Deus e gozá-lo para sempre (Rm 11.36; 1Co 10.31; Sl 73.25-26; Is 43.7; Rm 14.7-8; Ef 1.5-6; Is 60.21; 61.3). A autojustiça ou mesmo a vanglória não cabem na vida cristã. Do início ao fim, e nas coisas mais simples, é em Deus que nos gloriamos e nos regozijamos.

Em sua oração sacerdotal, Jesus definiu a sua trajetória aqui na terra: “Eu te glorifiquei na terra, completando a obra que me deste para fazer” (Jo 17:4). Os exércitos celestiais celebraram a Deus no céu quando Cristo nasceu. E eles continuaram enquanto Cristo aqui pisou. E eles o fazem por toda eternidade: Leia mais deste post

%d blogueiros gostam disto: