Perguntas sobre a ressurreição de Jesus que os críticos se negam a responder


vazioDepois do Natal, a páscoa é o período festivo mais importante para os cristãos. Contudo, vale ressaltar que a comemoração é radicalmente diferente dos judeus. Enquanto estes comemoram a sua libertação do Egito, ocorrida sob ações maravilhosas do Senhor, aqueles celebram a redenção efetuada por Jesus na cruz, bem como a Sua ressurreição ao terceiro dia, conforme predito pelas Escrituras.

Se o nascimento virginal de Jesus é motivo de enorme desconfiança por parte dos críticos – há alguns que duvidam até da existência de um Jesus histórico – sua ressurreição também o é. Já se sabe que pessoas morriam crucificadas na época de Jesus. Mas a mensagem da ressurreição corporal é inédita. Por isso, para os críticos a páscoa cristã é tão questionável quanto o natal – nem perco meu tempo justificando se Jesus nasceu ou não em 25 de dezembro.

Mas há muitas respostas que os críticos não respondem quando se propõem a questionar a ressurreição literal de Jesus. Analisando os Evangelhos e as cartas apostólicas, com tantos detalhes que elas fornecem sobre a ressurreição de Jesus, fica claro que este tema não foi resultado de visões que os discípulos e as testemunhas oculares tiveram dele, mas de uma realidade registrada com riqueza de detalhes, tanto temporais quanto históricas.

Entretanto, se olharmos para fora dos relatos dos evangelhos sobre a ressurreição de Jesus, ainda assim surgem inúmeras perguntas cujas respostas os críticos se abstém de nos fornecerem como explicação para a não ressurreição literal do Filho de Deus. Eis algumas:

  1. O ineditismo cristão

Não há registro histórico de qualquer outra religião que baseia sua crença em uma ressurreição. Alias, para aquele período a ideia de uma ressurreição era inconcebível, tanto para a cultura Greco-romana quanto para o judaísmo. E nesse cenário, os discípulos de Jesus percorrem Jerusalém e toda a Judeia anunciando que o sepulcro estava vazio. Se essa mensagem é inédita na história das religiões, se a ideia de uma ressurreição humana era rejeitada pelo pensamento da época, como explicar, então, que a base da mensagem cristã seja justamente essa?

  1. A mensagem cristalizada

Outro fato que chama a atenção no discurso dos primeiros cristãos é que a proclamação da ressurreição de Jesus não foi algo planejado ou orquestrado como estratégia de aceitação – é o que acusam os críticos – visto que era uma ideia absurda. Não foi uma mensagem que resultou de reuniões, de estudos ou de alguma doutrinação. Foi uma mensagem que já nasceu pronta. Nasceu junto com o fato do túmulo vazio. Como essa mensagem pode ter surgido pronta, senão pelo fato de que Jesus tenha ressuscitado?

  1. A surpreendente conversão dos judeus

Também causa surpresa o fato de que muitos judeus aderiram à mensagem cristã. Para isto, tiveram que abrir mão de valores milenares de sua religião e cultura. Quem imaginaria um judeu adorando a um homem que se dizia Deus, sendo isto abominável a eles? Quem poderia supor a ideia de um judeu renunciando a toda uma estrutura religiosa de sacrifícios de animais, de datas e cerimoniais para viver agora pela graça de Deus? Como explicar a conversão de Saulo, um fariseu zeloso e que perseguiu a igreja primitiva? Só há uma resposta: “a esse mesmo Jesus […] Deus fez Senhor e Cristo” (Atos 2:36).

  1. A multidão de mártires

Os primeiros séculos do cristianismo assistiram a morte de milhares de cristãos, pelas mãos do império ou por perseguições articuladas pelos judeus incomodados com o crescimento da seita cristã. Começando por Estevão, depois por Tiago, Pedro, Paulo (antes Saulo), a história relata muitos entregues à morte por crer e proclamar a Jesus como Senhor e rei, assentado à destra de Deus. Muitos dos quais se tornaram motivo de entretenimento para multidões pagãs sedentas de sangue.

Diante disso, surge a pergunta: como explicar a morte de milhares de pessoas por uma mentira? Quem entregaria sua vida por uma causa incrível, ou, como acusam os críticos, lendária?

“Eu acredito nas testemunhas cujos pescoços são cortados”  – Blaise Pascal

Eu também.

Pelo visto, antes de ser uma questão de fé, a ressurreição de Jesus é uma questão de fatos. Eles estão registrados.

No que morreu e ressuscitou,

Tiago

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Sou filho de Deus.

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